sábado, 4 de abril de 2009

O evangelho de Jefferson, parte 1

Em uma carta de Carl Sagan a Ken Schei, ambos conhecidos pelo ferrenho ateísmo, pode-se ler o seguinte:

"My longtime view about Christianity is that it represents an amalgam of two seemingly immiscible parts: the religion of Jesus and the religion of Paul. Thomas Jefferson attempted to excise the Pauline parts of the New Testament. There wasn't much left when he was done, but it was an inspiring document."

Nas próximas postagens sobre o assunto, irei tentar mostrar o que Jefferson conseguiu como resultado. Em 1813, ele, utilizando-se de várias línguas, concluiu sua detalhada leitura dos evangelhos. Valendo-se do método de "copiar e colar", selecionou e anotou todos os aforismos morais e parábolas de Jesus, excluindo toda menção a inferno, condenação eterna, igreja institucionalizada e milagres e concluiu: "O que resta é o mais sublime e benevolente código de ética já oferecido ao homem". Os escritos obtidos por Jefferson são comumente denominados de "Jefferson Bible" ou "Bíblia de Jefferson".

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