terça-feira, 29 de junho de 2010

Pesquisa da physicsworld.com confirma que principais cientistas suportam o fator antropogênico nas mudanças climáticas

O physicsworld.com publicou um trabalho mostrando que os cientistas que menos acreditam em aquecimento global são os cientistas com produção mais pífia e com pouca credibilidade no meio acadêmico.

A maioria dos cientistas sérios, com grandes trabalhos publicados, tendem a pensar que o aquecimento global de fato é produzido por atividades humanas (fator antropogênico).

A pesquisa foi coordenada por William Anderegg da Stanford University e consultou 1372 cientistas do clima em todo o mundo. 97% deles assumiram que tudo indica que realmente fatores antropogênicos tem criado mudanças climáticas sérias. Os 3% restantes, ditos céticos, demonstraram ter uma produção científica muito aquém daqueles que suportam o fator antropogênico.

Em resumo, quando eu ouço uma voz contrária à ideia do fator antropogênico, acho interessante que isso aconteça, mas o que me entristece é que muita gente acaba acreditando mais no grito isolado do que no côro científico de uma comunidade bem embasada.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Um dia sem Globo


O blog Coimbra Viajando na Cultura aderiu à campanha publicada no Twitter. Amanhã, 25 de junho, um dia sem Globo.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Dunga faca na bota pisoteando um cagão global

Procuro me envolver o mínimo com o Panis et Circensis que é a Copa do Mundo, a luta de gladiadores da modernidade. Tem o seu lado bom: nos dá uma visão destacada de certos países que conhecemos pouco ou com quem nunca nos preocupamos. E certamente é muito mais amena que uma luta de gladiadores romana e bem menos violenta que os jogos com cabeças cortadas dos astecas.

Culturalmente, a Copa não terá grandes impactos para as posteridades. No entanto, há um episódio nesta semana que pode produzir impactos benéficos para a cultura no Brasil. Já produziu impactos horripilantes, pelo menos para a imprensa brasileira. Estou falando do fato de o técnico Dunga ter chamado um jornalista da Rede Globo de "cagão" e querer pouca conversa com a imprensa.

Vamos explicar por partes. Dunga é gaúcho. Pelos meus conhecimentos da cultura gaúcha, a expressão "cagão" é uma das expressões mais populares e corriqueiras. Significa simplesmente "medroso" ou "borra-botas".

Em segundo lugar, embora não compartilhe dos xingamentos do Dunga, admirei, e muito, a imposição do técnico ante a força da Rede Globo e da CBF. Isto porque a Globo conversara pessoalmente com Ricardo Teixeira, CBF Godfather, para ter entrevistas exclusivas com jogadores da Seleção.

Ora, já basta o imperialismo da Globo de adquirir os direitos da Copa, via empresa do Galvão Bueno, e submeter as outras redes brasileiras aos seus caprichos mesquinhos e exclusividades com o presidente da CBF.

Isso mesmo, meu caro Dunga, fazer frente a essa corja de "cagões" é sempre uma forma de beneficiar a população brasileira, infelizes capachos das danças bobocas do domingo e das novelas insignificantes, mentirosas e inescrupulosas dos dias de semana.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

O CQC e os deputados

Existem poucas oportunidades de avaliarmos o que os "representates do povo", ou seja, os deputados federais, estão fazendo no Congresso. Ou você assiste à TV Câmara e verá o deputado imaginado "en passant" fazendo um pequeno discurso ou aparecendo rapidamente num canto do vídeo, ou você vai até lá e entrevista este deputado sobre as questões mais sérias.

Uma das formas mais saudáveis e ao mesmo tempo humorada, a meu ver, de obter informações sobre os deputados é um quadro do programa "Custe o Que Custar" (ou CQC) da Band em que ocorrem entrevistas com os deputados sobre vários assuntos. Algumas vezes são boladas pegadinhas hiper inteligentes para conhecermos o nível de maturidade do deputado. Por exemplo, na última segunda-feira foi ao ar a pegadinha mostrando absurdos sobre o oba-oba dos lobbies no Congresso. Alguém foi contratado para fazer um lobby da nova cesta básica: foi incluído um litro de cachaça e o projeto oferecido para assinatura dos deputados a fim de se obter uma Emenda Constitucional (PEC). A maioria dos deputados não leu o projeto do lobby e assinou por assinar. Pura irresponsabilidade que a meu ver deve ser veiculada sim nos meios de comunicação para sabermos quem é quem no Congresso Nacional. E o programa foi honesto ao mostrar também os deputados que leram o projeto e se negaram a assinar, mostrando que ainda existem deputados íntegros no país.

O vídeo mostrando todos os deputados envolvidos pode ser visto abaixo.



Veja abaixo um trecho de reportagem da Folha, de 17/06, sobre assunto, por Nancy Dutra. Veja o absurdo proposto pelo presidente interino da Câmara, Marco Maia do PT-RS, que propõe normas para bloquear entrevistas como as que acabamos de ver. ISSO É UMA PIADA DE MAL GOSTO!!!!

O presidente interino da Câmara, Marco Maia (PT-RS), recomendou à assessoria jurídica da Casa que defina normas para evitar o constrangimento de parlamentares por parte de jornalistas.

Maia manifestou solidariedade ao deputado Nelson Trad (PMDB-MS), que agrediu uma equipe do humorístico "CQC", da Band.

Ao ser abordado por equipe do programa, na semana passada, Trad se exaltou após saber que subscrevera um abaixo-assinado para incluir um litro de cachaça no Bolsa Família.

Uma contratada do "CQC" coletou assinaturas de apoio a uma proposta fictícia de emenda à Constituição.

Na confusão, um cinegrafista teve parte do equipamento danificado. A repórter Monica Iozzi chegou a ser empurrada. As imagens foram ao ar na segunda-feira.

"Ao não querer falar, o deputado é constrangido pelos veículos de comunicação. Há excesso por parte de alguns jornalistas. Temos de tomar algumas medidas institucionais", disse o presidente interino da Câmara.

Hinos na Copa: Sérvia

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Hinos Nacionais na Copa: Itália

Hinos Nacionais na Copa: Kimigayo do Japão

A Copa do Mundo, esse Panis et Circensis da modernidade globalizada, tem uma peculiaridade de que gosto muito: a oportunidade de ouvirmos diversos hinos nacionais de várias nações. Nas raras vezes em que assisto a um jogo, é o momento do hino que acaba me atraindo.

Abrindo a série hinos deste blog, abaixo o hino que considero o mais bonito de um país na Copa. O hino do Japão, o "Kimigayo".

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Vacina para gripe suína, ou como ganhar dinheiro sem muito esforço

Há décadas a indústria farmacêutica tem aplicado o mesmo golpe e ninguém parece perceber. O chamado golpe do teste de vacinas em larga escala a partir de uma doença que não tem realmente grandes impactos. No entanto, a mídia faz o seu papel marketeiro e o governo também a partir do alarde exagerado da ideia de que estamos sem saída se não tomarmos a vacina.

No meu ambiente de trabalho todo mundo andou tomando a vacina. Acho que fui um dos poucos a não tomar. Justamente pelas razões alegadas no parágrafo anterior. E estou aqui, bem e feliz.

Abaixo publico na íntegra a ótima matéria de Marcelo Leite, da Folha Online de hoje (09/06/2010). O resumo da ópera é que a OMS e o Conselho da Europa estão investigando seriamente o favorecimento da indústria farmacêutica por governos no continente europeu para a venda de vacinas contra o vírus A-H1N1. Fique atento e não caia neste tipo de armadilhas. Vida saudável se adquire com mente tranquila, exercício físico e alimentos saudáveis. O resto meu amigo, é conto da carochinha.

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O conto da vacina suína (por Marcelo Leite -- Folha Online, 09/06/2010)

O Congresso Nacional anda muito ocupado em representar os interesses da bancada ruralista. Não fosse isso, bem que poderia investigar a atuação do Ministério da Saúde no combate à gripe pandêmica, ou suína, causada pelo vírus influenza A (H1N1).

É o que está fazendo o Conselho da Europa (não confundir com o Parlamento Europeu) com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e as autoridades de saúde de seus 47 Estados-membros. Um relatório devastador as acusa de favorecer a indústria farmacêutica no enfrentamento da nova gripe.

A investigação parece necessária, no Brasil, não tanto para desencavar corrupção, preferência nacional, mas o possível desperdício de ao menos parte do R$ 1,3 bilhão na compra de 113 milhões de doses da vacina antigripe. Foram imunizados até a semana passada 73,2 milhões de brasileiros, 37% da população.

Até 8 de maio, 2.115 mortes haviam sido atribuídas no país ao H1N1. Muito menos que as 140 mil vítimas (0,4% de 35 milhões de infectados) que chegaram a ser aventadas na imprensa, depois que a declaração de pandemia pela OMS --exatamente um ano atrás-- lançou o mundo numa espiral de previsões alarmistas.

Para comparação: os Estados Unidos vacinaram 24% da população e estimam as mortes em 12.470. A França imunizou 8% e teve meros 312 óbitos. No mundo todo houve cerca de 18 mil vítimas do H1N1, uma cifra baixa, de ordem comparável ao número de mortes causadas pelas gripes sazonais.

O Ministério da Saúde apresenta os números brasileiros como indicadores do sucesso de sua estratégia. Mas eles também sugerem outras hipóteses: 1) Não parece haver relação direta entre cobertura vacinal e proporção de mortes pelo H1N1; 2) Nações desenvolvidas podem ter reagido de modo tecnicamente mais adequado à real gravidade da pandemia.

França X Polônia

Não é fácil tomar decisões no calor da hora. Sobretudo quando entra em cena o espectro da gripe espanhola de 1918, com dezenas de milhões de mortos. O instinto de sobrevivência do político sempre fala mais alto.

O governo francês chegou a contratar a compra de 94 milhões de doses da vacina. Diante da progressão lenta da doença e da letalidade similar à da gripe sazonal, conseguiu cancelar a compra de 50 milhões de doses, que terão sido destinadas a outros países. O Brasil, quem sabe?

Mais sangue frio teve a ministra da Saúde da Polônia, destaca o documento do Conselho da Europa. Médica, Ewa Kopacz chegou a identificar um grupo de risco com 2 milhões de pessoas e reservou fundos para comprar o número correspondente de vacinas. Logo recuou, contudo, diante das condições leoninas dos fabricantes.

Em primeiro lugar, só o governo poderia adquirir as vacinas. Em segundo, ele teria de se responsabilizar sozinho por possíveis efeitos colaterais. Por fim, o preço seria duas a três vezes maior que o de vacinas para a gripe sazonal.

A França micou com uma conta de R$ 800 milhões pelas vacinas. Imunizou só 5,7 milhões de pessoas. Tem 25 milhões de doses em estoque cujo prazo de validade vai só até o final do ano.

O papelão da OMS

Na mira do Conselho da Europa e de publicações médicas como o "British Medical Journal" está o papel desempenhado pela OMS na propagação do alarmismo. São duas as suspeitas contra o órgão: 1) mudar a definição de "pandemia" para facilitar a declaração; 2) ocultar conflitos de interesse de especialistas aos quais recorreu.

No primeiro caso, incluir a gripe suína na condição pandêmica era de interesse óbvio para a indústria farmacêutica. Fabricantes de vacinas tinham contratos "dormentes" com vários governos, prevendo garantia de compra e venda caso a pandemia fosse declarada pela OMS.

Isso ocorreu no dia 11 de junho de 2009, quando o H1N1 estava presente em 74 países (chegaria ao total de 214). Acontece que, até 4 maio de 2009, a disseminação geográfica não era a única condição para se declarar uma pandemia.

A definição antiga rezava: "Uma influenza [gripe] pandêmica ocorre quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade, resultando numa epidemia mundial com números enormes de mortes e doentes"

A nova definição, adotada no texto "Prontidão e Resposta à Influenza Pandêmica: Um Documento de Orientação da OMS", passou a dizer: "Uma pandemia é uma epidemia mundial da doença. Uma pandemia de influenza pode ocorrer quando surge um novo vírus influenza contra o qual a população humana não tem imunidade... Pandemias podem ser suaves ou graves, e a gravidade da pandemia pode mudar no curso dessa pandemia".

Especialistas ouvidos pelo periódico médico "BMJ" disseram que a gripe suína só pode ser declarada pandemia graças a essa nova definição. Os números modestos de mortos, à luz da categoria antiga, não autorizariam o passo dado, que desencadeou o tsunami de notícias alarmistas.

"O problema não está tanto no fato de que divulgar incertezas é difícil, mas sim que a incerteza não foi divulgada", ponderou Gerd Gigerenzer ao "BMJ". "Não havia base para a estimativa da OMS de 2 bilhões de casos prováveis de H1N1, e sabíamos pouco sobre os benefícios e danos da vacinação. A OMS manteve a estimativa de 2 bilhões mesmo depois de a estação de inverno na Austrália e na Nova Zelândia ter mostrado que só 1 ou 2 pessoas em mil eram infectadas."

US$ 10 bilhões de lucro

Segundo projeções do banco J.P. Morgan citados no relatório do Conselho da Europa, a indústria farmacêutica pode ter lucrado entre US$ 7 bilhões em US$ 10 bilhões adicionais, em 2009, com as vendas de vacinas contra o H1N1. Havia muita coisa em jogo, além da saúde da população mundial, na decisão de declarar a pandemia.

A declaração foi feita pela diretora da OMS, Margaret Chan, com a ajuda de um Comitê de Emergência de 16 membros cujos nomes permanecem até hoje em segredo. Com exceção de um: Arnold Monto.

O "BMJ" confirmou que Monto tinha integrado o comitê da pandemia por meio de uma biografia sua na página de internet da Sociedade Norte-Americana de Doenças Infecciosas. O especialista já declarou no passado ter recebido honorários por palestras da empresa GlaxoSmithKline, fabricante do antiviral zanamivir (Relenza), um dos que os governos passaram a estocar às dezenas e centenas de milhões de comprimidos.

A OMS vem se negando, porém, a tornar públicos os documentos de admissão de conflito de interesses que seus especialistas são obrigados a preencher, de acordo com diretrizes da organização. Afirma que a definição de pandemia nada tem a ver com quantidade de mortes, defende a necessidade de interagir com a indústria e atribui todas as suspeitas a "teorias de conspiração".

Uma reação "decepcionante", vaticinou o "BMJ" num editorial. Como seria a reação do Ministério da Saúde brasileiro, se o Congresso se dignasse investigar sua conduta?

Tetas brasileiras: fartas para os poderosos, magra para os merecedores

Um ano depois do escândalo com a criação de cargos fantasmas no senado, que proporcionou bons frutos à família Sarney (incluindo namorado da filha, papagaio, cachorro, pulgas de estimação, etc), o senado brasileiro recontratou 1300 funcionários demitidos anteriormente. A demissão ocorreu porque uma empresa de consultoria do senado alegou que o número de funcionários não concursados deveria ser reduzido em 40%. A empresa contratante deve 4 milhões de reais ao senado e o senado paga salários da ordem de R$ 6.000,00 aos tais funcionários. Isso mesmo. Tetas para que te quero!

Em Pernambuco, outra calamidade do gênero. O Projeto de Lei nº 1595/2010, de autoria do Tribunal de Justiça de Pernambuco altera os critérios da progressão funcional dos servidores do TJPE e cria mais cargos comissionados. A pergunta que fica no ar é: por que criar mais cargos comissionados, que hoje já passam dos 400, quando existem candidatos aprovados em concurso público a espera de serem chamados?

Todo mundo também está querendo que o TJPE informe de onde “surgiram” os recursos, para gastar com quem não faz concurso, se o Tribunal de Justiça, sob a alegação de falta de verba, não concedeu os reajustes dos servidores efetivos (aqueles que fizeram concurso público) em 2009 e 2010 e além disso cortou alimentos de servidores antigos (veja a postagem sobre o assunto).

O PL 1595 prevê remuneração de cargos comissionados que varia de R$ 6.384,00 a R$ 11.880,00, ou seja, negam o direito constitucional de reajuste da categoria, para pagar salários vultosos a quem entra no serviço público pela janela e não tem qualquer compromisso com a Instituição (Fonte: Sindjud-PE).

O exposto é um retrato não só do Tribunal de Justiça de Pernambuco (se bem que este foi colocado pelo CNJ como um dos que contém mais irregularidades no país), mas da maioria dos Tribunais, sejam eles de estância federal ou estadual.

Espero ansiosamente, num anseio de que ao menos alguma utopia se realize

Que o projeto de nepotismo/nepotismo cruzado (publicado em diário oficial do dia 07/06) seja cumprido à risca e toda a tralha que entra de pára-quedas por interesses políticos seja posta no olho da rua.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Cold Souls e o que vem depois

Semana passada, foi interessante, acabei vendo filmes relacionados ao entendimento da alma. Psyché em grego. Objeto de estudo da psicologia. Um dos filmes interessantes foi o "Cold Souls", de Sophie Barthes, filme que vergonhosamente perdi de assistir na mostra "Expectativa, Retrospectiva" do ano passado em Pernambuco.

O filme tem como protagonista o personagem Paul Giamatti, estrelado pelo ator Paul Giamatti. Ou seja, o ator fazendo papel de ator, dele mesmo. Giamatti não aguenta mais a falta de inspiração no palco e decide se livrar de sua alma, que por um acaso é depois vendida no mercado negro russo. A alma, que tem sua sede na glândula pineal (observe que o filme começa com a famosa conclusão metafísica de Descartes sobre o assunto), é sugada por um aparelho que a transforma em um grão de feijão e é guardada em um vidrinho num cofre. O médico responsável pela operação é o excelente ator David Strathairn (o mesmo de o excepcional "Boa noite, Boa sorte").

Não é um filme excepcional, pois perde muito de seu fôlego quando manobra para os momentos conclusivos: Paul Giamatti parece viajar para a Rússia em busca de sua alma só com o intuito de mostrar a beleza de São Petersburgo e nada mais. O reencontro psicológico consigo mesmo parece mero item episódico.

Uma frase interessante que é jogada numa das cenas é "o que será que ocorre quando alguém morre? Sua alma fica no vidrinho para a eternidade?" Daí vem outro filme, quer dizer trailer, que assisti no final de semana. Trata-se da adaptação para o cinema do livro de Chico Xavier, "Nosso Lar". História que afirma que a alma, depois da morte, sobrevive e vai morar numa cidade no além. Abaixo, para quem não viu o trailer, disponibilizo-o. Não sei como será o filme, mas o trailer me deixou bem curioso.

sábado, 5 de junho de 2010

Lula na visão de programa de humor israelense

Tenho amigos no mundo todo. Alguns deles são judeus, outros muçulmanos.

Vadim! Shalom Aleichem!

Rahul! Salam Aleikum!

Pois é. Portanto não tenho ódio de nenhum povo. Só fico pasmo com o Netanyahu. É um cara difícil, e sua política, por incrível que pareça, tem diretrizes que se assemelham à política nazista de Hitler.

O vídeo abaixo, por mais que seja difícil visualizar assim, é mais uma curiosidade do que uma provocação. Coloca todos os atributos superficiais do Brasil no panorama internacional (samba, futebol e mulheres) e Lula no meio de campo como o bôbo da corte que se locupleta na corrida pelo urânio. É um vídeo, falar a verdade, meio sem graça, como aquelas paródias insossas do Casseta e Planeta.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Melhor frase da semana

"O Brasil é um país muito importante no mundo, como a Turquia, e o que eles acabaram de fazer no Irã pode não ser muito popular para todos, mas é popular para mim."

(Oliver Stone)