terça-feira, 30 de agosto de 2011

Daryl Hannah, virei fã

De Folha Online, 30/08/11


A atriz Daryl Hannah foi presa nesta terça-feira (30) diante da Casa Branca, em Washington (EUA), durante protesto contra a extensão de um oleoduto que ligaria o Canadá até o costa do golfo, nos EUA.

"Às vezes é necessário sacrificar sua liberdade por uma liberdade maior", disse a atriz em Lafayette Park antes de ser presa. "E nós queremos ser livres dos combustíveis fósseis que provocam destruição e mortes horríveis e ter um futuro com energia limpa", acrescentou, segundo a NBC.

A atriz, que participou dos filmes "Kill Bill" e "Uma Sereia em Minha Vida", estava sentada na calçada diante da Casa Branca junto com outras manifestantes e se recusou a três pedidos para deixar o local.

Daryl Hannah já foi presa em outras ocasiões. No passado, foi detida por protestar pelo fim a extração de carvão para proteger os jardins urbanos em Los Angeles.

O grupo "Tar Sand Action", que organizou protesto, disse que o projeto do oleoduto Keystone está entre os mais importantes decisões que afetam o meio ambiente que o presidente Barack Obama terá de se confrontar. O oleoduto leva areias betuminosas do Canadá para refinarias de petróleo nos EUA. Agora, o governo estuda permitir a construção de uma extensão do oleoduto.

Cerca de 100 pessoas foram presas hoje em Washington. Em Minneapolis, outros 20 manifestantes foram a convenção nacional da Legião Americana, onde Obama deverá fazer um discurso nesta terça-feira.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Atração de cientistas de renome para o Brasil

Temos excelentes cientistas no Brasil. No entanto, a questão de atrair cérebros para criar massa crítica é algo urgente. Os EUA fazem isso desde o século 19, quando contratavam cientistas e artistas internacionais de peso para atuarem em solo norte-americano (p.ex. Gustav Mahler, Albert Einstein, Chandrasekhar, etc).

A seguinte notícia foi-me repassada pelo amigo Cláudio Barreto, que é um daqueles que mais tem contribuído para o presente blog.

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Dois cientistas consagrados com o Prêmio Nobel de Química farão
pesquisas no Brasil: a israelense Ada Yonath, vencedora em 2009, e o
suíço Kurt Wüthrich, agraciado em 2002. Eles aceitaram convite do
governo brasileiro e participarão do programa "Ciência sem
Fronteiras", que tem entre seus objetivos atrair, até 2014, mais de
300 pesquisadores de renome internacional para o país.

O convite a Ada foi feito esta semana, em Brasília, em encontro da
cientista com o ministro Aloizio Mercadante. Nesta quinta-feira, o
ministro disse ao GLOBO que Wüthrich também foi sondado e aceitou a
proposta. A ideia é que ele atue no Rio. Ada ficará baseada em
Campinas (SP).

"Os dois estão acertados. O CNPq já encaminhou toda a papelada para
fixar os procedimentos formais", disse Mercadante.

O programa prevê que os cientistas permaneçam no Brasil durante cerca
de três meses por ano, ao longo dos três anos do contrato. No período
em que estiverem no país, receberão bolsa no valor de R$ 14 mil por
mês. Segundo Mercadante, o "Ciência sem Fronteiras" bancará também a
vinda de um pesquisador auxiliar do país de origem do cientista, assim
como o envio de um brasileiro para o mesmo destino. Um auxílio de US$
50 mil será dado à instituição onde cada pesquisador atuar no Brasil.

O foco principal do "Ciência sem Fronteiras" é enviar 75 mil
brasileiros para o exterior até 2014. Já nas próximas semanas,
universidades públicas e privadas em todo o país deverão selecionar 2
mil bolsistas de graduação. A vinda de pesquisadores estrangeiros,
ainda que em número bem menor, é outra iniciativa do programa. Nenhum
brasileiro jamais ganhou o Prêmio Nobel.

"Os países desenvolvidos fazem isso há muito tempo: atraem os melhores
cérebros para acelerar a produção de conhecimento", declarou
Mercadante.

Segundo informações da página do MCTI na internet, Ada tem 70 anos e
atua no Weizmann Institute of Science, em Israel. Ela se formou-se em
química na Universidade Hebraica de Jerusalém em 1962. Na mesma
instituição cursou mestrado em bioquímica. No fim da década de 1960,
fez doutorado em radiografia de cristais, no Weizmann Institute. O
Prêmio Nobel de Química foi recebido em conjunto com Venkatraman
Ramakrishnan e Thomas Steitz, a partir de pesquisas "sobre um dos
processos centrais da vida: a tradução, realizada pelo ribossomo, da
informação contida no DNA".

Antes do encontro com o ministro em Brasília, na última quarta-feira,
Ada estava em Campinas, onde participou de evento científico na
Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Tão logo tenha início a
bolsa - o que deve ocorrer em 2012 -, ela desenvolverá pesquisas no
Laboratório Nacional de Luz Síncroton, vinculado ao Centro Nacional de
Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM/MCTI). Existe a possibilidade
também de que participe de projetos na Unicamp.

"Ela gosta do Brasil e gostou do que viu. Achou o ambiente acadêmico
do Síncroton interessante", disse Mercadante.

Segundo o ministro, Wüthrich é da área da química medicinal, tendo
feito pesquisas de ressonância magnética em proteínas.



Fonte: Agência O Globo

Terrence Malick

A partir de 1998, quase todas as semanas eu estava a assistir um filme no cinema. Lembro bem da primeira vez em que assisti a um filme de Terrence Malick. Foi no recém inaugurado Multiplex UCI do Shopping Recife em 1998. O filme chamava-se "Além da Linha Vermelha". Um filme de guerra, mas extremamente poético e reflexivo.

Para quem não conhece Malick, aí vai um trailler de seu último filme, "A Árvore da Vida", vencedor do festival de Cannes. Para mim, Malick é um diretor/roteirista do tipo poeta. Adora colocar músicas que descrevam rios em seus filmes (como o tema do Reno, de Richard Wagner, em "O Mundo Novo" e agora o tema do Moldávia, de Smetana, neste " A Árvore da Vida").


terça-feira, 16 de agosto de 2011

Leituras da Wikipedia [2]...


Roberto Marinho sempre defendeu o liberalismo econômico, com aliança estratégica com os Estados Unidos. Foi adversário de políticos como Getúlio VargasJuscelino KubitschekLeonel Brizola e o Lula da Silva. Quando Getúlio Vargas se matou, como presidente da República em 1954, seu jornal foi destruído pela população, quase falindo. Foi acusado de ser o mentor intelectual da Ditadura Militar, apoiada por ele. Em editorial publicado pelo jornal O Globo em 7 de outubro de 1984, Roberto Marinho escreveu:
Cquote1.svgParticipamos da Revolução de 1964 identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada.Cquote2.svg
— O Globo[2]

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Boicote à Fox


É possível boicotar a Fox no Brasil?

Por Venício A. de Lima em 08/08/2011 na edição 654, Observatório da Imprensa 
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Em artigo publicado neste Observatório com o sugestivo título “Mexam-se, boicotem a Fox“, depois de afirmar que “o estrago que a Fox News está fazendo no mundo a partir dos EUA é muito mais grave do que o esgoto político-midiático produzido pela News Corp. no Reino Unido”, Alberto Dines recomenda ao cidadão e aos jornalistas o boicote do grupo comandado por Rupert Murdoch.
Dines pergunta: “E o que fazer?” Eele mesmo responde:
“Malhar Murdoch no Sábado de Aleluia de 2012? Melhor boicotar a Fox News. Agora. Ela está no menu oferecido aos assinantes brasileiros de TV por assinatura. O boicote é uma ação de autodefesa legítima. O cidadão tem o direito de escolher o serviço que melhor lhe convém. (...) Jornalistas não podem ser apáticos nem omissos: boicotar a Fox e o seu odioso canal de notícias é um desagravo aos mortos em Oslo e aos que serão desempregados nos próximos meses nos quatro cantos do mundo.”
Como boicotar a Fox?
Todavia, salvo para a ação específica de jornalistas especializados – será que ela é mesmo possível? – o cumprimento da autodefesa sugerida por Dines, por parte dos cidadãos, esbarra numa série de obstáculos práticos de difícil solução.
Os poucos que têm o privilégio de “ir ao cinema” no Brasil – são apenas 2.206 salas de exibição, concentradas nos shoppings das grandes regiões metropolitanas – não sabem previamente qual conglomerado de entretenimento (são pouquíssimos) produziu o filme a que se vai assistir. Por óbvio, não temos o hábito de perguntar “quem produziu este filme?” antes de entrar no cinema.
Já em relação à TV por assinatura as condições para boicote são ainda mais complicadas.
Quase 70% do mercado – que já atinge mais de 10 milhões de assinantes – está concentrado em apenas duas empresas, ambas vinculadas às Organizações Globo: a NET (em associação com a Telmex, mexicana) e a Sky (em associação com a DirecTV, americana). É o que os especialistas chamam de “oligopólio convergente”.
O quadro abaixo, com dados para novembro de 2010, revela uma participação de mercado de 69,2% para a NET e a Sky juntas.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Leituras da Wikipedia...

Não é bem a fonte mais confiável... Mas hoje li, randomicamente, a seguinte frase

During the war "annihilationist and exterminationalist rhetoric" was tolerated at all levels of U.S. society; according to the UK embassy in Washington the Americans regarded the Japanese as "a nameless mass of vermin".[90] Caricatures depicting Japanese as less than human, e.g. monkeys, were common.[90] A 1944 opinion poll that asked what should be done with Japan found that 13% of the U.S. public were in favor of the extermination of all Japanese: men, women, and children.[91][92]