domingo, 24 de junho de 2012

Gênios da música do século XXI: José Antonio Abreu

Músico venezuelano nascido em 1939, vencedor de diversos prêmios internacionais. Iniciou um projeto de educação musical para jovens e crianças na Venezuela, que gerou um boom de exportação de excelentes músicos.

Abaixo, uma de suas composições: "Sol que das vida a los trigos"

Essa música imediatamente me remeteu à sonoridade de Palestrina (compositor da Renascença, um dos maiores músicos de todos os tempos).

Gênios da música do século XXI: Keiko Abe

Keiko Abe, compositora japonesa nascida em 1937, especializada em composições para marimba e xilofone.

São composições a meu ver de alta expressão e beleza.

Abaixo, "Dream of the Cherry Blossoms" (Sonho das Pétalas da Cerejeira) para marimba.

Outro exemplo muito lindo e cheio de virtuosismo é a "Prism Rhapsody". Abaixo, tocada pela própria Keiko Abe e Orquestra de Mallorca.

Gênios da música do século XXI: Michel van der Aa

A primeira de uma série de postagens deste blog sobre destacados compositores da cena erudita ao redor do mundo do século 21.

Começando por Michel van der Aa, compositor e engenheiro de áudio holandês. Nascido em 1970, atualmente tem sua música tocada internacionalmente e é dono de cerca de trinta composições. Entre elas, três óperas e uma composição para teatro baseada nos textos do português Fernando Pessoa.

Abaixo, uma das composições mais admiráveis de van der Aa: "After Life", de 2006.

"After Life" começa em uma estação de trem no caminho entre o Céu e a Terra. Lá, guias espirituais têm menos de uma semana para ajudar um recém-morto através de suas memórias tal que possa se desprender da Terra e ser levado para o Céu. O foco da ópera é desenvolver a relação entre o Sr. Walter, um homem já velho e repleto de traumas indissolúveis, regado por uma vida monótona, e Aiden, o jovem guia designado para ajudá-lo. "After Life" explora a necessidade humana de descobrir o significado nos detalhes corriqueiros da vida cotidiana.

domingo, 10 de junho de 2012

Homenagem aos 30 anos de E.T.

Como homenagem aos 30 anos do filme "E.T., o Extraterrestre", aí vai, para deleite dos ouvidos, a famosa trilha sonora de John Williams (última parte -- "End Credits"), com o famoso tema do voo de bicicleta.

Este foi um dos primeiros filmes a que assisti no cinema. Lembro bem: no Cine Gazeta da Av. Paulista, no ano de 1982...

Os 30 anos de E.T.

Por Fernando Mexia para o Uol Cinema

O drama do pequeno extraterrestre E.T., perdido na Terra e empenhado em telefonar para sua casa, comoveu milhões de espectadores há 30 anos, tempo em que se consolidou como o melhor filme de alienígenas da história do cinema.

"E.T.: O Extraterrestre" estreou nos Estados Unidos em 11 de junho de 1982, poucos dias após ser apresentado no Festival de Cannes, entre os aplausos da crítica e do público.

A produção foi um sucesso de bilheteria e recebeu nove indicações ao Oscar - entre elas as de melhor filme, direção (Steven Spielberg) e roteiro - levando quatro prêmios: melhores efeitos especiais, melhores efeitos sonoros, melhor som e trilha sonora original, com a inesquecível composição de John Williams.

Um final feliz para um longa-metragem doce, que inicialmente foi concebido como um filme de terror na mesma linha de "Sinais" e "Poltergeist - O Fenômeno" e que tinha sido batizado como "Night Skies".

Naquela primeira versão, o inocente E.T., longe de se esconder em armários e fugir da Polícia em uma cesta de bicicleta, aterrorizava uma família junto com um grupo de seres de sua espécie perdidos na Terra.

Seu dedo luminoso, em vez de ter propriedades curativas, podia acabar com a vida daquilo que tocava.

Spielberg descartou essa ideia enquanto filmava "Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida" (1981) e optou por dar um tom mais amistoso ao encontro com seres de outra galáxia, um enfoque que já tinha abordado em "Contatos Imediatos do Terceiro Grau" (1977).

O novo roteiro, que teve como nome "E.T. and Me", foi rejeitado pelos estúdios Columbia Pictures por considerar que não havia um público para esse tipo de filmes. Uma decisão que lamentariam mais tarde, já que o filme é até hoje um dos títulos mais rentáveis e emblemáticos da Universal Studios.

Na lista do American Film Institute dos cem melhores longas-metragens feitos em Hollywood, liderada por "Cidadão Kane", "E.T.: O Extraterrestre" ocupa o 24º lugar, na frente de qualquer filme de encontros com alienígenas.

Algo atípico na filmagem foi que Spielberg optou por gravar as cenas de forma cronológica, para ajudar no processo emocional das crianças protagonistas - entre elas estava Drew Barrymore, que tinha apenas seis anos -, que se envolviam cada vez mais com o estranho visitante.

Uma equipe de especialistas no manejo de marionetes, assim como vários atores anões, deram vida ao boneco de E.T., cujo rosto foi inspirado nas aparências de Albert Einstein e dos escritores Ernest Hemingway e Carl Sandburg.

Uma das curiosidades em torno deste filme foi sua relação com a saga "Guerra nas Estrelas", fruto da amizade entre Spielberg e George Lucas.

Na cena do Dia das Bruxas, pode-se ver uma criança vestida como o icônico mestre Yoda, e Lucas devolveu o gesto em 1999 em "Guerra nas Estrelas: Episódio I - A Ameaça Fantasma" que em uma de suas passagens mostra um grupo de seres iguais a E.T. representando sua espécie em uma reunião do senado galáctico.

Apesar do grande sucesso, Spielberg reconheceu que se arrependeu de alguns elementos do filme, como a cena em que as crianças são perseguidas por policiais com escopetas.

Em 2002, no 20º aniversário do filme, o diretor aproveitou as novas tecnologias para alterar os quadros e transformar as armas de fogo em walkie-talkies, uma decisão muito criticada e que o próprio Spielberg admitiu no ano passado que foi exagerada.

"Fui sensível demais, mas percebi que o que tinha feito foi roubar as lembranças de 'E.T.' das pessoas que amavam o filme", comentou o cineasta.

No 30º aniversário da estreia, os estúdios da Universal lançarão em outubro a primeira edição em blu-ray do filme, na qual será incluído o longa-metragem como foi exibido em 1982

O tema liberdade em "Fidelio"

Fidelio, a única ópera composta por Ludwig van Beethoven, traz o tema da busca da liberdade como tônica. Um dos momentos mais expressivos é aquele em que os presos políticos são libertados. Nessa cena, é entoado o coro "O welche Lust", que abaixo reproduzo, em homenagem à ideia universal de Beethoven de se utilizar a música como meio para espalhar a justiça entre os homens.

QUE FELICIDADE AO SAIR AO AR LIVRE!

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Estudo mostra que de fato temperatura aumenta após aumento de CO2

Um artigo assinado por Jeremy Shakun da Universidade de Harvard, uniu dados da Antártida a outros registros pelo mundo. A pesquisa mostra que, ao final da era glacial, a ordem foi mesmo mais CO2 primeiro e temperatura aumentada depois.

Para ver o artigo completo de Jeremy Shakun, publicado na Nature de abril, vá para o link

Artigo de Jeremy Shakun


yummly.com

Meu principal hobby, além de escrever, ler, ouvir música e ir ao cinema, é cozinhar. Uma tarefa não muito fácil é encontrar um sítio na internet que dê de fato boas receitas e boas opções.

Em yummly.com encontrei exatamente o que eu precisava: centenas de receitas, todas elas dispostas em categorias. Além disso, você consegue filtrar a receita por características mais ajustadas a dietas como vegana, lactovegetariana, ovolacto, etc, etc.

Também, ao lado de cada receita, há uma tabela nutricional descrevendo as qualidades referentes aos ingredientes. O sítio está em inglês.